O perigo da automedicação e as superbactérias

A automedicação tem se tornado uma forte aliada na proliferação das chamadas superbactérias. Isso porque, com o passar do tempo, muitas bactérias foram ganhando resistência aos antibióticos. Especialistas explicam que isso se deve ao fato dos pacientes interromperem o tratamento antes do prescrito pelo médico ou em alguns casos a automedicação indiscriminada. Nestes casos, as bactérias não são eliminadas e ganham resistência ao medicamento antibiótico.

Ao entrar em um organismo debilitado ou até mesmo de crianças ou idosos, estas superbactérias podem levar o indivíduo infectado à morte. Elas costumam se reproduzir rapidamente, prejudicando o funcionamento de um ou mais órgãos do corpo. Todo medicamento tem seus efeitos colaterais e a prescrição médica é individualizada para as características de cada paciente.

Alguns antigripais, por exemplo, são perigosos para indivíduos com insuficiência coronariana; alguns medicamentos para hipertensão são contra indicados para pessoas com asma. Os antinflamatórios e os analgésicos podem diminuir o efeito de anticoncepcionais ou causar úlcera gástrica e assim sucessivamente.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a automedicação como um problema até certo ponto inevitável e em estudo datado de 1986, aponta os riscos inerentes, aos quais é preciso estar atentos.

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